sexta-feira, 4 de março de 2011

Tudo serve.



Esses filhos da puta acham muitas coisas imperdoáveis;

Tudo pra eles é um agônico sinal de afronta;

[Esses filhos da puta] nunca perdoaram ninguém que não pedisse-lhes explicitamente perdão.

Acho que pois, talvez, nunca pensam estar errados em nada:

Levaram demais da vida em seus cuzinhos e agora simplesmente não passa pelas suas cabecinhas de ânus que às vezes podem ser os únicos reais cuzões da história.

(E é esta a sua única virtude, este nunca sentir-se culpado, parece.)

São como um trio de The KOF, que é um maldito jogo de luta que era bom antes de eu descobrir o grande Street Fighter.

Apesar de tudo isto,

Eu já fiz um poema pra um deles. Dois, aliás. (Pra dois, dois pra um e um pra outro.)

Eu já fui pra cama com um deles.

Dois terços deles têm sangue híbrido brasileiro e oriental.

O outro é a própria bruxa de "O Tigre e o Dragão."

Eu sonho com esse pessoal direto.

Seria um pessoal legal.

(Meio anti-social, talvez, mas)

Seriam, se soubessem que o restante dos seres, embora talvez não mais fodidos do que eles, também é humano, e sofre, e surta.

Acho que é meio essa coisa do orgulho japa.
A filha mais velha inclusive odeia os próprios japoneses.
(O que me faz pensar que talvez ela goste de odiar as coisas)

E eu nem precisaria ligar pra nada disto...
Se eles não fossem meus vizinhos imediatos.
Sendo assim,
A minha vontade era dar um shouryuken no queixo do caçula.
E um tatsumaku na cara das duas outras, a banda feminina.
Mas não vai rolar.

Com estes caras eu ando desaprendendo a pedir desculpas.
E querendo aprender a matar sem culpa.
Por muitas vezes pedir desculpas e encher a cara de alguém de socos dá no mesmo resultado prático.
Sejamos práticos.

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