quarta-feira, 2 de março de 2011

Surge o (Power) Trio Mosquetoso.

    
   Há quatro dias, três caras (e três moças, estas, lindas, aqueles, feios como javalis) fizeram um grande favor a si mesmos e à Arte Narrativa Universal ao se encontrarem  numa tal esquina cheia de bêbados, (foto(s)) colada à puteiros e bares e casas de show que uns chamam de "inferninhos" e outros de "lar" ¬.  pra trocar uma ideia enquanto bebiam uma quantidade prodigiosa daquele líquido amarelo cor de xixi, diurético e facilitador das relações sociais entre gente que... (Calaboca seu nerd, porra.)

   ...Enfim, estes três, esse power trio ruidoso e desafinado, escreve(m) prum site de superescrotores fodidos e escrotos. Um deles, este sou eu, perde a maior parte do seu tempo livre observando-se em aventuras épicas poéticas próprias que podem ou não fazer sentido pra população de baratas e humanos que o cerca. Seu nome é Cavi, digo, este é meu apelido, mas eu uso uns outros, como Cavi Page ou Cavisseu, é, eu sei, mas tudo bem, tenho licensa poética pra isto.

   O segundo destes, também paulista, mas de decendência mista, é o impávido samurai urbano, nômade de apartamentos e cronista das dores crônicas da vida Guilherme Sakuma, dono zeloso duma engenhosidade mirabolante e acidez cebolística invejáveis, além de um je ne sais quois mais confirmado por muitas cabecinhas que o lêem na rede. É o escritor das crônicas e contos mais duros e geniais de que se tem história nessa cidade suja e copiosamente caótica.

   O terceiro, que não é daqui, com essa sua cara de escritor boêmio beatnik e bigodes torcidos de Salvador Dali, ou de lá, sei lá donde, amante de futebol e vinho e vindo das terras frias do sul (é, porém, um dos maiores catalizadores calorosos de eventos de escritores esquecidos) chama-se Felipe Campos, o Pitt, o Felipão, este cara, que escreve as poesias mais bombástchicas de que se tem notícia aqui nessa terra suja cheia de gente bêbada e mulheres de beleza insípida perto das lindas mulheres do sul que esse cara trouxe pro nosso deleite ocular. (E que, excetuando-se Bia, a sua namorada, que foi gentil e entusiasta com a rapazeada, não quiseram nem saber dos papais – Eu e o Gui – aqui.)

   Talvez você já esteja sacando o nível da química da coisa... 
   Neste encontro, que teve cerveja, mulher, sandices, sadismos, sulismos subidas em postes e after-party no apê do primo Bia (que é a namorada do Pitt) com direto inclusive a um sexy solo de sax da noiva do dono casa no final, nós resolvemos unir nossas forças de escritores fodidos e não-pagos pra formar o "Épico Trio dos Mosqueteiros Filhadaputinhas", nome provisório (talvez) mas que sintetiza algumas coisas, umas que inclusive fizeram parte de noite. Pergunta: qual o intuito disto tudo...? Bom, em um golpe galoposo só, revolucionar a porra da literatura brasilis; que , aliás, vem ansiando por isso faz bastante tempo. 

   De malas prontas pra ir pra terra dos rabanetes e batatais, onde o Felipe e suas donzelas dos olhos azuis e verdes e verdes-acastanhados já nos esperam pra próxima traquitanice, fazer esse blogue aqui foi o primeiro passo que resolvemos largar pra divulgar nosso trabalho esquisitão que tem causado pasmo/impacto à comunidade leitora, literata, letrada, funcionalmente retardada, essas coisas-clichê-ê-ê, da internet, tudo isso enquanto o Felipe divide-se em dois entre largar ou não o seu emprego de jornalista pra ser escritor full time, o Gui Sakuma luta pelo reconhecimento da sua genialidade insana quase fulltime e eu luto pra proteger meu naco de sanidade restante e, assim, a coerência dos meus textos enquanto tento diminuir a população de baratas nojentas do meu banheiro. 

   Daí, enquanto o circo não fica pronto ou pega fogo logo, postarei os links pra acessar o trampo de cada um em algum lugar visível, em breve. VC DEVE LER-NOS. Portanto, leia. Sei que falei merda pra caralho, mas é tudo por uma boa causa.

 

Um comentário:

  1. ficou cômico pra caralho, me chamem pra próxima aventura, e boa sorte.

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